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RagnaTale: Garra das Trevas

Última mensagem 10-17-2008 15:15 de Richard Dragon. 225 respostas.
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  • 09-25-2008 18:26 Em resposta à

    • Zero Dozer
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    • Payon, ao lado da casa do suco
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    Re:Garra das Trevas - Capítulo 3

    O pessoal do Mobchat que estava lá na hora (inclusive eu) teve acesso a parte desse material que você mencionou, Leafar. E gostei muito do que vi.

    PS: Mais um Leonardo........ Len, DJ, Kerd....... Tenho uma porrada de Leonardos no meu MSN!

    Estou sem PC, mas não sem atividade.
    Quem pensava que eu quitei, pode esquecer.



    OT recruta membros roleplayers. Quem se alista?
  • 09-29-2008 10:29 Em resposta à

    • Fizban
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    • Geffen, Rune-Midgard
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    Re:Garra das Trevas - Capítulo 3

    Agora sei por que o Leafar decidiu morar em Rachel... 

    Procura-se casa em Hugel.

    Motivo, prarce que o Leafar anda sem moral com a Tia Hell, depois dos Rúnicos decidirem voltar dos mortos, agora foi vez da Sandy da Wanted.

    Só por curiosidade, aquele dispositivo deixado no cemitério de Prontera está funcionando direitinho?

  • 09-29-2008 11:38 Em resposta à

    Re:Garra das Trevas - Capítulo 3

    Fizban:
    Sandy da Wanted

     

    Sandy e um pedaço da Wanted também.

    Não foi só a vóvó sandy não.

    E quem sabe uma certa hunter também não volte.

    Ps:Ainda bem que moro em Kulun xD

     

     



  • 10-14-2008 19:26 Em resposta à

    • Leafar
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    • Tutor de Classe "A justiça em ação"

    Garra das Trevas - Final

    A dupla corria com determinação pelas ruas de Rachel. Morrigane, ou "Raven", ia na frente, dilacerando fanáticos com suas katares. Leafar a acompanhava a certa distância, com as duas pistolas acertando eventuais sobras. Corriam sem pausa para perguntas. Passaram pela cidade infestada até chegar na entrada do templo. Com um chute, a mulher abriu a porta. Pararam sob o silêncio mortal do lugar, cada um atrás de um pilar de mármore.

    - Está pronto?

    - Sim. - o louro soltou as duas pistolas no chão.

    - Então acione ela.

    - Está bem.

    Leafar levou a mão até o pingente e segurou-o. Ouviu dentro de sua cabeça um "Identificação de DNA conferida. Acionando ETGDT-Beta" em sua mente. E, do pingente, uma onda negra saiu, cobrindo inteiramente seu corpo - milhões de nanomáquinas, caso existisse alguém com a visão apurada o suficiente para notar. O traje de Algoz então surgiu, com uma máscara negra em suas mãos.

    - Você precisa de um codinome, Leafar.

    - Que tal HomemDrainliar? Ou Drainliarman!

    - ...

    - É por causa dessa coisa de caverna e essa máscara que parece uma cabeça de drainliar. E tal.

    - "Garra das Trevas" está bom, já que o Jöseph não gosta de ser chamado assim.

    - Ok, Morrigane.

    - Não me chame assim. Sou a "Raven".

    Garra das Trevas

     


    Roteiro e texto: Rafael de Agostini Ferreira
    Character design e arte: Daniel "NIORI" Uires
    Artista especialmente convidado desta capa: Roberto "Huxley" Enachev

    Os acontecimentos desta história encontram-se na ordem apresentada na seguinte linha cronológica:

    Eclipse Final
    Leo
    Ruína de Rune Midgard
    Hora Zero
    Fim de Rune Midgard
    Shirabara
    Dämmerung
    -> Garra das Trevas
    Morroc Saga
    Einherjar

    Dedicado a todos os leitores, que são o combustível primordial para que qualquer história valha a pena ser contada. Dedicada a todos os escritores, que não são egoístas e compartilham seus sentimentos em forma de história, emocionando e fazendo sonhar.

    E um obrigado especial a Alessandra "Hellenia", que transformou um mercenário random 7x no Algoz "Jöseph" em menos de 20 dias, a tempo do meu aniversário. Obrigado, Ale. Você é mó legal. :)

    ***

    Capítulo 4 ~ Capítulo 1

    Aquela sensação era diferente para o louro. Era estranho correr protegido e armado e, ainda assim, não ter o mesmo peso de sua armadura metálica e suas espadas. Aquilo era bom. Por outro lado, não sentia-se à vontade com a máscara escondendo seu rosto. Também queria tirar o echarpe vermelho que protegia sua boca, mas fora instruído por Morrigane a jamais mostrar a face.

    Subitamente a Mercenária parou e fez um sinal de mão. Leafar estacou e viu a garota sumir no ar. Instintivamente levou a mão até a braçadeira e pressionou um ponto dela. Sentiu uma leve vertigem. Também estava invisível. E no campo de visão de sua máscara viu uma marcação com o tempo de carga e o máximo que conseguiria ficar naquele estado.

    - Muito bem, Garra. - disse Morrigane, conversando por um dispositivo que mantinha suas vozes privadas - Diferente da magia de Rune-Midgard e a carta Fumacento, com essa técnica você pode se mover livremente. Apenas fique atento ao marcador no alto. Como você não é um Mercenário de verdade, gasta muita carga para ficar assim.

    - Está bem.

    - Observe as pessoas ali na frente. São três Vanberk e uma Isilla. A mulher possui Tempestade de Raios. Você vai preferir utilizar a armadura no modo "Elemental de Vento". Lembre-se que você possui apenas quatro modos ainda: Fogo, Vento, Ataque e Defesa. Alternar entre eles pode definir sua vitória ou derrota.

    Apesar de invisível, Leafar conseguia ver seu próprio corpo como se fosse uma rede de arames entrelaçados, de cor verde. Localizou os botões em um dos braceletes e pressionou o que equivalia ao ataque.

    - Que armas eu uso neles?

    - Para estes, utilize a Katar "Infiltradora" e o modo "Crítico".

    Passo a passo, Leafar avançou na direção dos alvos. Perto deles, sacou a arma indicada pela Mercenária. O som do metal roçando na bainha, entretanto, deixou o grupo atento. Eles começaram a olhar para os lados, assustados, mas foi tudo muito de repente. O Algoz surgiu no meio deles, atacando o primeiro homem. Tão logo ele caiu, Leafar virou-se e cortou os braços do segundo. Cravou as katares no peito do terceiro, arremessando-o longe. Notou a Isilla invocando sua Tempestade de Raios. Tocou o bracelete, mudando o modo de sua armadura para "Vento". O ataque atingiu-o, mas causando dano irrelevante. E com firmeza levou as duas armas para a frente do corpo. Bateu com força, cada mão para um lado, liberando uma rajada de energia roxa, na ténica conhecida como Destruidor de Almas. Aquela onda atravessou o corpo da mulher, fazendo-a ter um espasmo e cair imóvel.

    - Fantástico! - Leafar sorria por baixo da máscara. Era incrível a facilidade com a qual lutava com aquela roupa e aquelas armas.

    - Não se empolgue, Garra. Temos que salvar Jöseph e a Papisa nos próximos andares. Volte para o modo Furtivo.

    - Não vamos mais lutar?

    Morrigane saiu de sua Furtividade e parou do lado de Leafar. Olhou-o firme nos olhos.

    - Enquanto usar essa roupa, não pense mais como Lorde. Não pense como Leafar. Aqui, agora, você não vai sacar sua espada e liderar multidões. Não vai fazer discursos heróicos. Mercenários são amigos das sombras. Quanto menos falam nossos nomes, quanto menos olham nossas roupas e nossas armas, melhor. A surpresa é nossa aliada. Só vamos lutar quando for realmente necessário, entendeu?

    O louro fez que sim com a cabeça. A garota sorriu e voltou a desaparecer. Leafar fez o mesmo. Ele podia enxergá-la. Correram então pelo templo, passando por centenas de fanáticos.

    - Albert! - disse a morena, quebrando o silêncio que durava longos minutos - Reestabelça a comunicação com o Jöseph.

    - Ele está inconsciente, Raven. - respondeu o mordomo pelo sistema de comunicação do grupo.

    - Dê a posição no mapa.

    Nos pulsos de Leafar e Morrigane, um pequeno mapa surgiu. Dois pontos brilhantes puderam ser vistos brilhando nele.

    - O ponto branco é a Papisa. - disse o mordomo - O ponto vermelho é Jöseph. Calculo cerca de oitenta Agav, trinta Echio, vinte Hodremlins, dez Isilla, vinte Observadores e a presença do MVP Pesar Noturno.

    Finalmente chegaram ao último andar do templo. Como Albert alertou, mais de uma centena de criaturas estava no lugar. A Mercenária então conferiu o mapa no pulso. Olhou para o ainda invisível Leafar.

    - Eu vou atrás da Papisa. Reanime o Jöseph.

    - Pensei que você que ia salvar seu namorado.

    - A missão de Jöseph é salvar a vida da Papisa, Garra. A vida dela em primeiro lugar, sempre.

    - E por que é que eu não vou salvá-la então?

    - Porque eu sou mais forte que você, gatinho! - a morena roubou um beijo de Leafar e correu com as katares nas mãos.

    Ele, confuso, sacou duas adagas e esgueirou-se até onde pôde para o lugar em que seu mapa mostrava Jöseph, no extremo noroeste. O Observador mal sentiu o que o atingiu quando seu corpo caiu no chão. O barulho chamou a atenção de um Agav - um tipo de fanático com um capuz pontudo roxo, armado com uma adaga e um martelo. Ele conferiu o monstro caído e, antes que pudesse ter alguma reação, sentiu uma dor lascinante. Olhou para o próprio peito e viu duas lâminas saindo dele enquanto era erguido no ar.

    - Bu. - sussurrou Leafar, dando um tranco que cortou a carne do homem de vez, derrubando-o no chão.

    O Algoz então andou até o Mercenário caído. Conferiu seu pulso e sua respiração.

    - Albert, encontrei Jöseph. - disse ele, ajoelhado do lado do homem - O que eu faço agora?

    - Injete duas poções brancas compactas nos compartimentos das luvas dele. A seguir, utilize normalmente uma Folha de Yggdrasil.

    Leafar assim fez. Conectou as duas poções nos lugares certos e viu que elas foram sendo consumidas por algum mecanismo da roupa dele. A seguir, sacou a folha verde e apertou-a nas mãos. Uma fina camada da mesma cor saiu dela, abraçando o Mercenário caído. Seus olhos abriram de sopetão por baixo da máscara roxa. Sua primeira visão foi o Algoz na sua frente.

    - Bom dia. - disse Leafar.

    - Quem é você?

    - Eu sou o Drainliarman! - o louro falou com a voz forçada, rouca, tentando ser engraçado.

    Jöseph se levantou sem comentar. Conferiu os equipamentos e estendeu a mão para o Algoz.

    - Dê-me mais poções dessas. Meu estoque acabou. - em seguida, colocou a mão na orelha, ajeitando algo - Albert, quem é o idiota no DarkClaw?

    Sem graça, Leafar entregou as poções.

    - O “idiota” é seu chefe agora. - Morrigane respondeu.

    - O que isso significa? - Jöseph estava indignado.

    - Albert está reprogramado para obedecer a um novo mestre, Diego.

    - Você está louca de me chamar assim, Raven!

    Leafar então tirou a máscara, sério. Encarou o Mercenário que se limitava a colocar as poções nos compartimentos corretos.

    - Eu sou o homem que você salvou há algum tempo. Seu mordomo me protege e sua namorada me contou tudo. Ela pediu minha ajuda. Estou aqui para salvar você e, juntos, salvarmos a Papisa.

    - Volte para a caverna e guarde esse traje, novato. - Jöseph sacou as próprias adagas - Tome um chá enquanto salvamos a garota. Raven, saia do seu grupo e vamos nos encontrar.

    O Algoz segurou o Mercenário pelo braço.

    - Não é hora para orgulho idiota, Diego. Estou aqui para ajudar e vocês precisam de mim! Vamos todos juntos!

    - Tire sua mão de mim enquanto ainda tem ela, estrangeiro. - disse o Mercenário.

    - Você não é homem suficiente para me ameaçar assim, babaca. - respondeu o Algoz.

    Rápido como um raio, Jöseph se virou e atacou Leafar, visando seu pulso. O louro já tinha se impulsionado para trás, também com as adagas em riste. Em silêncio, se atacaram. As adagas se cruzaram várias vezes, fazendo um ruído de metal perturbador. Leafar estava surpreso com a atitude de Jöseph. Eles não tinham tempo a perder. A vida da Papisa corria risco.

    - Eu sinto muito, Diego.

    - Pelo quê?

    Em uma rápida troca de armas, Leafar agora segurava um katar. Esquivou-se de novos ataques e, certeiro, atingiu rapidamente o Mercenário com a técnica das Lâminas Destruidoras. Foram golpes rápidos e precisos que deixaram Diego tonto. Leafar sacou então uma adaga e um sabre da cintura, apertando os olhos.

    - Eu preciso salvar a vida da Papisa e não tenho tempo a perder com idiotices. Boa noite.

    As lâminas chegaram a brilhar em roxo, prontas para disparar o Destruidor de Almas, mas ele sentiu a mão delicada em seu ombro.

    - Chega. Você passou no teste.

    Olhou então para Morrigane atrás dele, que lhe oferecia a máscara negra.

    - Não fique tirando ela à toa. Um dia alguém pode ver, e nenhum Jöseph jamais foi visto sem ela.

    - Que teste é esse?

    - Eu não ia conseguir salvar a Papisa sozinha. E precisávamos ter certeza que você tinha sua missão bem clara. Agora não resta mais dúvidas de que você é capaz de cumprí-la.

    - Teste? - indignado, Leafar colocou a máscara de volta.

    - Claro. - sem se abalar, Jöseph andou até perto de Morrigane, olhando o corredor por onde ela veio - Ou acha que ia me acertar de graça a técnica das Lâminas Destruidoras.

    O Mercenário ficou invisível, enquanto o emburrado Leafar fechou a cara por baixo da máscara. Sentiu um tapinha do homem de cabelo branco em seu ombro.

    - Lembre-se: a prioridade é a Papisa. Ela não deve morrer. E Garra: menos piadinhas.

    Sem responder, Leafar ficou invisível também e avançou pelo corredor. Morrigane segurou o braço de Diego.

    - Eu te conheço. Você tentou esquivar do ataque dele e não conseguiu. - falou baixinho.

    - Mas deixa ele pensar que eu que dei mole.

    Balançando a cabeça negativamente, Morrigane também desapareceu. Juntos, os três caminharam pelos corredores do templo. Evitaram a todo custo os Hodremlins, já que eles eram capazes de vê-los mesmo em sua invisibilidade.

    Chegaram então ao piso mais profundo do templo. Diferente dos outros andares, que eram como uma igreja típica, este tinha jardins e construções que mantinha construções metálicas redondas mergulhadas em algum líquido. Runas giravam em volta delas, exalando magia pura.

    - Corações de Ymir. - Jöseph falou pelo canal privado de comunicação - Seu poder é utilizado para gerar a força dos fanáticos e do Pesar Noturno.

    Leafar olhou ao redor. Cutucou os dois quando notou a Papisa pendurada pelos pulsos em uma corda. A menina parecia desacordada. Abaixo dela, um dos poços igual aos outros que sustentavam os Corações de Ymir. O Pesar Noturno, em uma visão atípica, estava sentado do lado dela, esperando.

    - Eu nunca entendo isso. - disse o louro.

    - O quê, Garra? - a Mercenária olhou curiosa para ele.

    - Isso. Freya está ali, pendurada, pronta para ser salva. Se eu fosse um inimigo, um vilão ou algo assim, eu não ia deixar nenhum refém meu assim vivo. Principalmente se ele tivesse que ser morto como parte de um ritual.

    - É esse o problema, estrangeiro. - Jöseph se abaixou atrás de um muro, observando fora de sua Furtividade. Os demais fizeram o mesmo - É o ritual. Não basta matar a menina. O Pesar Noturno é uma criatura especial. Ela é alimentada pela força dos Corações de Ymir. Como parte da magia que a prende em Rachel, ela deve receber o sangue da Papisa quando vencer sua contra-parte.

    - Contra-parte?

    Nem bem terminou a pergunta, Leafar viu a resposta. O chão tremeu. Os fanáticos começaram a se afastar. Apenas um grupo de Echio e Agav permaneceu, ficando ao lado do MVP. O Pesar Noturno levantou-se, encarando a parede. Os tremores foram aumentando, até que a pedra explodiu, abrindo uma cratera. Alguns Titãs de Gelo, imensos, surgiram e se posicionaram, encarando a criatura de fogo. Foi quando aquele novo ser apareceu. Uma serpente toda de gelo, com patas e cabeça de dragão, que soltava ar gelado. Ela invadiu a sala e olhava para o Pesar Noturno. Emitiam rugidos e sons estranhos. Talvez estivessem discutindo em sua própria língua.

    - O que vai acontecer agora? - Leafar apertou os olhos por baixo da máscara.

    - Agora é o interessante. O Pesar não pode ferir Ktullanux, esse dragão-serpente de gelo. Ela é imune contra fogo. Por outro lado, ela pode ferir o Pesar. Então ele deve tentar anular ela e seus Titãs para que seus seguidores a derrotem.

    - Você parece confiante, Jöseph. Já viu isso antes?

    - Já. Não é a primeira vez que uma Papisa é raptada.

    - E qual o plano?

    - Você e eu distraímos os monstros e a Raven salva a menina e o dia. Vamos embora e essas feras que se danem.

    - Patrão Belmont, - a voz de Albert pôde ser ouvida - não utilize sua Furtividade agora. Os monstros podem vê-lo assim por serem do tipo MVP.

    Leafar se virou para falar com a dupla, que já tinha corrido. Morrigane ia em disparada na direção da menina pendurada, enquanto Jöseph, com as adagas nas mãos, já estava próximo dos dois monstros.

    - Pega a serpente que ela é mais lenta, estrangeiro! - gritou o Mercenário, que escapava por pouco de uma bola de fogo do Pesar Noturno.

    Os Echio e Agav, vendo a Mercenária, se afastaram de seu senhor e correram para cima dela. Jöseph começou a correr em volta do grande monstro branco. Leafar por sua vez, parou na frente de Ktullanux. Os Titãs de Gelo olharam para o Algoz e, sob o olhar de sua mestra, avançaram contra ele. Com habilidade mesclada ao medo, Leafar esquivou dos ataques. As criaturas batiam com força, dando murros que rachavam o chão, mantendo o louro em movimento.

    - Permite uma sugestão, patrão Belmont? - o mordomo parecia calmo.

    - Por favor!

    - Utilize o Rondel na mão esquerda e o Gladius Espectral Triplo na mão direita. Eu carreguei sua armadura com cinco cargas de cada elemento. O senhor pode usar por um curto espaço de tempo ataques do elemento vento, desse modo. Ataque os Titãs assim.

    - Entendi.

    O Algoz então recuou. Sacou as duas armas indicadas e apertou um dos botões na braçadeira. As lâminas do Rondel e da Gladius ficaram momentaneamente verdes. Leafar avançou então. Esquivou-se de dois ataques e bateu. Lascas imensas da criatura voaram. Notando o ponto fraco que abriu, Leafar disparou o Destruidor de Almas. A criatura de gelo caiu, despedaçada em blocos de pedra gelada. Sem nem piscar, Leafar voou para cima das outras, atacando com a mesma ferocidade. Derrubou-as em questão de segundos.

    - Ele bateu mais forte que você, Jöseph! - Morrigane provocou pelo comunicador enquanto enfrentava os Echio que a tinham alcançado.

    - Ótimo. Ele pode fazer isso o dia inteiro então.

    Leafar encarou Ktullanux que, sem perder tempo, evocou um novo grupo de Titãs de Gelo. O louro suspirou.

    - Ok... entendi. Não estou aqui para combater.

    Antes que Leafar pudesse pensar em algo, sentiu suas pernas esfriarem. A sensação foi subindo por seu corpo, até que encontrou-se paralizado por completo. Tinha sido vítima de uma Nevasca. Levou então um golpe de cauda que arremessou-o com violência na parede.

    - Perigo! - disse a voz feminina do traje - Reservas de energia em 15%. Sugestão: abandonar batalha imediatamente.

    O louro tentou reagir, mas faltavam-lhe forças. Apenas ouviu o barulho das adagas de Jöseph cortando as costas do dragão-serpente, tirando-o de perto, enquanto Morrigane, encurralada, enfrentava sozinha, com as katares banhadas em sangue, tanto os Echio quanto os Agav.

    Pendurada, a Papisa começou a acordar. O som da batalha começou a entrar em seus ouvidos. Abriu os olhos bicolores e viu aquelas três pessoas diferentes. Notou então os dois MVPs gigantescos no meio da confusão, se enfrentando em uma batalha colossal. Não tinha ninguém conhecido por perto. Lembrou-se então de chamar pela única pessoa que a tinha ajudado até agora.

    - Senhor Leeeea! Socooooorro! Senhor Lea!

    A visão da menina loura pendurada, gritando por seu nome, perturbou Leafar. Já bastava a pequena Elizabeth, filha de seu clone, ter morrido em suas mãos. Não deixaria outra pequena sacerdotisa, também loura, também gritando o seu nome, morrer.

    Levantou-se e segurou as adagas. A menina não parava de gritar. Ele esticou a mão e tentou acalmá-la, em vão. Levou as duas mãos até os pontos certos da máscara e retirou-a.

    - Freya! Estou aqui! - disse ele, tendo finalmente a atenção dela.

    - Senhor Lea!

    - Filho da ****! - Jöseph, que empenhava em fugir dos ataques do Pesar Noturno, ficou irado - A gente passa anos se escondendo, fazendo tudo certinho, pra esse babaca tirar a máscara!

    - Calma! - Morrigane recuou, já tendo derrubado boa parte dos oponentes - Não tem ninguém aqui, fora os monstros.

    - Reservas de energia em 14%. - alertou novamente o traje.

    - Como faz isso calar a boca? - Leafar soltou a máscara e correu na direção do dragão-serpente. Conseguiu escapar de outro ataque congelante, aproximando-se do local onde a menina estava pendurada - o alto de uma escadaria, cujo chão era o poço com o líquido estranho.

    - Deixa isso com a gente, Leafar! - Morrigane berrou, vendo o estado dele, ferido pela Nevasca e o ataque de Ktullanux - Recua!

    - Eu dou conta, fica tran...

    A fera novamente acertou Leafar. Por sorte, pegou só de raspão, mas foi o suficiente para que ele caísse mais uma vez. Ouviu o “Perigo: reservas de energia em 11%”.

    - Senhor Lea!!! - desesperada, Freya tentava se libertar, se debatendo.

    A voz da menina fez o louro se levantar. Ia receber outro ataque do inimigo, mas o Pesar Noturno, aproveitando a distração da fera, que momentaneamente se distraía com sua presa, abaixou a guarda. Os dois rolaram pelo chão. Agora era Jöseph quem se virava com os Titãs de Gelo.

    Morrigane cometeu então o que foi o seu único erro na batalha. Preocupada com os gritos da criança, subiu as escadas até ela. Travou combate ali, cercada pelos Echio que restavam. Leafar novamente correu, subindo a escada. Estava a poucos passos de Morrigane. Entre eles, apenas um inimigo.

    E tudo aconteceu muito rápido.

    Um dos Echio arremessou seu cutelo em Morrigane. Ao mesmo tempo, Leafar, vendo o ataque, disparou o Destruidor de Almas. A Mercenária desviou, mas a lâmina atingiu a corda com a Papisa, cortando-a como faca quente na manteiga. Sem pensar, a Mercenária se projetou no ar, atrás dela. Enquanto o Echio caía morto, Leafar saltou atrás dela também. Cravou o Rondel na parede e segurou Morrigane pelo manto, em plena queda livre. A morena, por sua vez, conseguiu pegar a Papisa pela roupa. Ferida, seu sangue começou a escorrer pela mão e pelo rosto, enxarcando sua máscara. Ela moveu a cabeça para o lado e viu que Jöseph atraía os dois MVPs para perto de um dos poços com um dos Corações de Ymir. Trocou olhares com ele rapidamente, mas sua visão estava nublada por causa da máscara.

    - N-não consigo enxergar. Me ajude. - disse ela, puxando a Papisa para perto de seu rosto.

    A menina então tirou a máscara dela, segurando-a nas mãos com os pulsos atados pelas cordas.

    - Você é bonita. - disse ela, olhando para o rosto ferido da morena.

    - Eu... não tô... aguentando... saco... - Leafar segurava com força a arma cravada e o Manteau de Morrigane.

    Com um golpe rápido de katar, Morrigane cortou a corda que prendia as mãos da Papisa. Ainda segurando-a pelo vestido, olhou para Leafar.

    - Lembra da missão primordial de um Jöseph?

    - Proteger a Papisa. - disse ele, ouvindo um “Perigo: reserva de energia a 10%. Recuar e desativar traje urgente”.

    - Então faça isso! Se cuida, Lea!

    Morrigane jogou a menina para o alto, para que ela agarrasse Leafar. Ela assim fez, e tão logo Freya segurou-se no braço do Algoz, Morrigane soltou o Manteau de seu corpo. Começou a cair então. Ao longe, Jöseph tinha atraído os dois MVPs para perto de um dos Corações de Ymir. Viu a parceira caindo e, sem pensar, bateu no artefato. Um clarão de luz cegou a todos momentos antes da explosão que a seguiu. Leafar conseguiu puxar a Papisa e protegê-la da explosão com o próprio corpo, ainda pendurados. A curva da escada os protegeu da maior parte do impacto. Quando conseguiram enxergar novamente, não viram sinais de nenhum dos MVPs nem dos Mercenários.

    - Sobe...

    Freya escalou Leafar e voltou para o topo da escada de pedra. O Algoz subiu atrás, com metade da roupa chamuscada e destruída.

    - Reserva de energia a menos de 5%. Nano-regeneração desativada. Módulos de Força e Auxiliar desativados. Troca de Modos desativado. Desativar o traje assim que possível.

    - Juro que queria saber como desligar essa me***. - disse ele, referindo-se à voz em sua cabeça.

    Ele olhou então para o Manteau roxo em suas mãos, com as penugens negras. Colocou ele em Freya e desceram até o poço. Viram o elmo de Morrigane na borda, pendurado pelo cinto, como se fosse um presente de despedida.

    - Por que todo mundo que se envolve comigo acaba morrendo?

    - Senhor Lea... eu não sei. Mas podemos descobrir logo logo.

    Leafar se virou. Um novo grupo de Echio e Agav tinha descido até o subterrâneo. O louro engoliu seco.

    - Escute. - disse ele - Eu vou abrir caminho. Você passa correndo e se teleporta até sair daqui. Vá direto pra mansão e procure o Albert. Sabe chegar lá, né?

    Freya se abaixou e pegou a máscara negra caída no chão. Ela estava quebrada, mas mesmo assim ofereceu-a para Leafar.

    - Você me mostra o caminho, Senhor Lea.

    Antes que ele pudesse responder, a menina ajeitou na cabeça o Elmo de Morrigane e prendeu o Cinto. Colocou então a máscara dela, em silêncio.

    - Não sou tão linda quanto ela, mas juro que vou te ajudar.

    - Falta uma coisa, pequena.

    Leafar tirou o pingente e colocou na menina. Segurou firme a máscara e encaixou-a como pôde no rosto. Olhou ao redor. Realmente, sem sinal de Diego ou Morrigane. Sentiu então as bênçãos da menina, que tinha rasgado da própria roupa o brasão de Arunafeltz. Leafar sorriu de canto de boca.

    - Albert, pode me ouvir? - disse ele.

    - Alto e claro, patrão.

    - Precisamos sair daqui. Pode nos guiar?

    - Certamente. Apenas precisam abrir seu caminho de volta à superfície. O andar em que se encontram tem, no momento, quarenta inimigos. Seu traje está quase sem energia. Tem condições de combate, senhor?

    - Temos. - Freya, que agora podia ouvir o mordomo, graças aos equipamentos, respondeu.

    - Vai ser um longo caminho... Raven.

    - Enorme... Jöseph? - disse ela, sorrindo.

    - Não. - ao dizer isso, Leafar virou e atingiu com violência um Hodremlin que tentava pegá-lo de surpresa. Suspendeu a criatura com a Gladius cravada em seu pescoço - Sou o maldito Garra das Trevas, desgraçados.

    Com um grito, a dupla correu. Determinados, avançaram contra a massa furiosa de monstros.

    ***

    Mansão Belmont, dois dias depois

    - Suas visitas, patrão.

    Leafar virou a cabeça devagar na direção da porta. Estava encostado confortavelmente em dois travesseiros. O braço tinha várias ataduras e usava um tapa-olho. Notou o Sacerdote Zhed entrar de mão dada com a Papisa, que escondia o cabelo dourado com uma peruca vermelha.

    - Senhor Leeeeeeeeeeeeea! - disse ela, indo abraçá-lo.

    - Ai. Oi. Não abrace forte, por favor. Dói tudo. Olá, Zhed.

    - Como está?

    - Quase bom. Acho que mais uns dias e eu já posso voltar a dançar.

    - Lamento que suas férias tenham sido estragadas assim, Leafar.

    - Eu não estou com pressa de voltar para Rune Midgard, Zhed. E como eu te falei, provavelmente eu teria me machucado igual por lá.

    - Mas teria lutado com suas armas ao invés de ter sido pego por essa multidão de fanáticos.

    - Sim. Nem sei usar armas de fogo direito. Dei sorte que o Jöseph apareceu.

    - Jöseph está morto. - a resposta de Zhed foi breve e triste.

    - Talvez. Mas tinha outro que nos salvou. Um Algoz e uma Sacerdotisa pequena.

    - Eu ainda não me acostumei com isso.

    - Com o quê?

    - É a quarta vez que vejo um “Jöseph” diferente aqui. Quando eu começo a me acostumar, quando começo a gostar... ele morre. Ou some. Não sei dizer.

    - Eu não sei dizer se isso é bom, Zhed. - Leafar levantou-se com dificuldade, ficando sentado na cama - Mas e como está a limpeza da cidade?

    - A guarda já terminou de remover todos os corpos das ruas. O aeroporto está aberto. O templo está fechado para rápidas reformas. A população está doando algum dinheiro novamente. Em breve ele deve ser reaberto.

    Os dois olharam então para a falsa ruiva brincando com Rush. Leafar olhou para o Sacerdote.

    - E quanto a ela? - disse, sério.

    - Eu vou cuidar pessoalmente dela. Você e seu mordomo são as únicas pessoas que sabem disso. Uma outra garota da comunidade foi colocada em seu lugar como Papisa.

    - Simples assim?

    - Simples assim. Bem, irei deixá-lo descansar. Mais tarde venho pegar a... como será o nome dela mesmo?

    - Ruby.

    - Certo. Ruby. Combina com o cabelo. Muito bem então. Estimo melhoras e obrigado pela ajuda.
     
    - Eu é que agradeço por ter me recebido em sua cidade.

    Zhed se despediu da pequena e ia na direção da porta. Mas Leafar chamou-o novamente.

    - Zhed. Eu descobri uma coisa.

    - O quê?

    - O arqueiro na festa... lembra?

    - Sim.

    - O alvo dele.

    - O que tem?

    - Era você.

    - E por que alguém iria querer me matar?

    - Eu não sei. Mas você tem ajudado os Jöseph há... três gerações? Quem sabe o novo não te dá uma ajuda também?

    - Você acha que ela vai se apresentar pra mim um dia desses, Leafar?

    - Ora, você está salvando a vida da Papisa, de certo modo. Por que ele não te ajudaria?

    Freya olhou discretamente para Leafar. Zhed apenas assentiu com a cabeça e sorriu, indo embora, acompanhado por Albert. O louro, por fim, deixou escapar o sorriso no canto da boca.

    - Até quando vai fingir que está machucado, senhor Lea?

    - Até a notícia do novo Jöseph se espalhar e as pessoas terem certeza que ele existe, enquanto continuo aqui sem conseguir me levantar direito.

    - E qual a missão de hoje?

    - Levar flores para nossos amigos.

    Naquela noite, Zhed foi buscar a ex-Papisa na Mansão Belmont. Mas Leafar, na calada da madrugada, encontrou a menina. E como tem acontecido em Rachel nas última décadas, um par de figuras misteriosas rondou a cidade. Do alto, vestidos de negro, com os rostos ocultos sob máscaras, a dupla que se tratava como Garra e Raven tinha os olhos vigilantes nas ruas escuras, agradecendo secretamente em seus corações pelo sacrifício dos amigos. Sacrifício este lembrado por um túmulo simbólico no lago ao norte da Mansão Belmont, marcado com uma pedra discreta lapidada com um D e um M, que observavam passivos um buquê de flores com os dizeres “Descansem em Paz”.

    E assim começou a jornada secreta do quarto Jöseph, protetor da população original de Rachel e da Papisa.

    FIM

    ***

    Garra das Trevas
    - Fanfic do Brasil Ragnarök Online



    Roteiro e texto
    Rafael de Agostini Ferreira

    Character Design, Artes e capas dos capítulos 1 e 2
    Daniel Uires

    Capas dos capítulos 3 e 4
    Roberto “Huxley Skyjack” Enachev


    110.336 caracteres
    58 páginas de texto
    4 capítulos
    1 Epílogo

    Mais de 10 artes, incluindo:
    - imagens de capa
    - ilustrações de texto (artes “internas”)
    - pin-ups de personagens

    Garra das Trevas ou DarkClaw foi o nome dado pela fusão dos personagens Batman© e Wolverine©, da DC© e Marvel©, respectivamente, quando as editoras fizeram um cross-over entre seus títulos.

    A fanfic e posteriores aventuras de “Garra das Trevas” em Ragnarök Online são inspiradas nas histórias de Batman e podem gerar similaridades. Todos os créditos e originalidade, entretanto, são indiscutivalmente de Bob Kane.

    Nenhum MVP dropou itens durante a produção dessa história. Todos os poderes e habilidades usados por Leafar como Jöseph nessa história condizem com o personagem Algoz de mesmo nome. Os extras são representados por itens especiais como ROPs. A Assessoria de Imprensa do Templo de Rachel nega que a Papisa tenha sido trocada. Zhed Bekento afirma que não conhece nada sobre nenhum Jöseph, Raven ou afins.

    Todos os acontecimentos e nomes são meramente ficcionais, baseados no universo do jogo Ragnarök Online, sendo qualquer semelhança com a vida real pura coincidência.

    ***

    Epílogo

    A noite caía em Lighthalzen. No maior e mais luxuoso hotel da cidade, um javali assado com batatas exalava seu aroma em um dos quartos, ajeitado em uma belíssima bandeja de prata, em uma mesa com quatro lugares prontos. Um casal olhava abraçado a lua em um céu claro e estrelado pela imensa janela da suíte.

    - Há quanto tempo não temos uma noite como essa?

    - Muito tempo, meu amor. Muito tempo.

    - É estranho, não é? Poder olhar o mundo sem máscaras. Se apresentar nos lugares usando nomes provisórios que não vão sumir dali a cinco dias.

    - E olhar a cidade sem se preocupar se crimes estão acontecendo. Acho que essa é a melhor parte, não é?

    A morena puxou o queixo do homem na direção de seu rosto e beijou-o, entrelaçando-o com os braços. Ficaram assim por vários minutos, até que a mão dele buscou a alça do vestido dela, recebendo as mãos femininas, impedindo-o de continuar.

    - Ele chega logo mais. Não vamos nos desarrumar. E temos tempo para isso, querido.

    - Desculpe. Acho que estou muito nervoso.

    - É a tradição conhecermos nosso antecessor. Deixemos Leafar se divertir em Rachel agora.

    A porta do quarto recebeu então duas batidas curtas. Ele tinha chegado. O homem e a mulher que tinham sido o segundo casal de Jöseph e Raven e que tinham passado a missão para Diego e Morrigane. A morena foi até ela e abriu-a. Ficou boquiaberta. Saiu da frente para que o homem os olhasse e também os reconhecesse.

    - Vocês... vocês... ...!

    - Leonard e Margareth Belmont ao seu dispôr. - disse o Arquimago louro e rabo-de-cavalo, com a esposa segurando em seu braço esquerdo - O cheiro da carne está ótimo. Podemos comer?

    ***

    Ler Morroc Saga, história que cruza com Garra das Trevas 

    Comentar a arte no nosso blog 

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  • 10-14-2008 20:06 Em resposta à

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    Re:Garra das Trevas - Final

    Primeira vez que apareço aqui de nome novo, e primeira vez que sou o primeiro a postar! AÊÊ!! \o/

    /prbs pra você de novo Leafar! E nem presiso dizer porque. ^_^

    Agora:

    Leafar:
    A fanfic e posteriores aventuras de “Garra das Trevas” em Ragnarök Online são inspiradas nas histórias de Batman e podem gerar similaridades. Todos os créditos e originalidade, entretanto, são indiscutivalmente de Bob Kane.
     

    Eu disse!! Eu dissêêê!!!!

    Leafar:

    Nenhum MVP dropou itens durante a produção dessa história. Todos os poderes e habilidades usados por Leafar como Jöseph nessa história condizem com o personagem Algoz de mesmo nome. Os extras são representados por itens especiais como ROPs. A Assessoria de Imprensa do Templo de Rachel nega que a Papisa tenha sido trocada. Zhed Bekento afirma que não conhece nada sobre nenhum Jöseph, Raven ou afins.
     

    Risada Risada Risada Risada Risada Risada Risada Risada

    Leafar:
    - Leonard e Margareth Belmont ao seu dispôr. - disse o Arquimago louro e rabo-de-cavalo, com a esposa segurando em seu braço esquerdo - O cheiro da carne está ótimo. Podemos comer?
     

    OMG!! Bem... Tal pai tal filho.


    @Odin~

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  • 10-14-2008 20:16 Em resposta à

    Re:Garra das Trevas - Final

    Vo Falar só 4 coisas:

    1ª A capa ta perfeita!A melhor de todas!

    2ª Ri muito com aparte quotada ae em cima(drpo do mvp...)

    3ª Leo e Margareh Wonam!1!

    4ª Thantos,tu vai morrer!!!To tentando postar desde antes das 8 e ta dando bug!!Ae tu vai e posta primero Mal-Humor



  • 10-14-2008 20:45 Em resposta à

    • Fizban
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    Re:Garra das Trevas - Final

    Leafar:

    - Você precisa de um codinome, Leafar.

    - Que tal HomemDrainliar? Ou Drainliarman!

    - ...

    ...


    - Bom dia. - disse Leafar.

    - Quem é você?

    - Eu sou o Drainliarman! - o louro falou com a voz forçada, rouca, tentando ser engraçado.

    Jöseph se levantou sem comentar. Conferiu os equipamentos e estendeu a mão para o Algoz.

    - Dê-me mais poções dessas. Meu estoque acabou. - em seguida, colocou a mão na orelha, ajeitando algo - Albert, quem é o idiota no DarkClaw?

    ...


    - Lembre-se: a prioridade é a Papisa. Ela não deve morrer. E Garra: menos piadinhas.

    RisadaRisadaRisadaRisadaRisadaRisadaRisadaRisadaRisadaRisadaRisadaRisadaRisadaRisadaRisadaRisadaRisadaRisadaRisadaRisada

    Leafar:

    - É a tradição conhecermos nosso antecessor. Deixemos Leafar se divertir em Rachel agora.

    A porta do quarto recebeu então duas batidas curtas. Ele tinha chegado. O homem e a mulher que tinham sido o segundo casal de Jöseph e Raven e que tinham passado a missão para Diego e Morrigane. A morena foi até ela e abriu-a. Ficou boquiaberta. Saiu da frente para que o homem os olhasse e também os reconhecesse.

    - Vocês... vocês... ...!

    - Leonard e Margareth Belmont ao seu dispôr. - disse o Arquimago louro e rabo-de-cavalo, com a esposa segurando em seu braço esquerdo - O cheiro da carne está ótimo. Podemos comer?

    Agora foi demais. OMG!!!!

    Já tinha visto o esboço da arte lá no blog, mas realmente ficou muito bom o desenho, parabéns.

    E mais uma vez parabéns pela ótima história, divertidíssima com seus momentos OverPower!!!

  • 10-14-2008 21:53 Em resposta à

    • super gogeta
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    Re:Garra das Trevas - Final

    ...............................................................

    certo, chega de silêncio.

    OOOOOOOOOOOOOOOOMMMMMMMMMMMMMMMMGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG!!!!!!!!!!!!!!!!!SHIFTONE!!!!!!

    Leafar, voc~e conseguiu. quando a gente acha que alguém não pode ficar mais apelão, dar mais owned, ou leva-los, ou ainda dar aquela típica "falha épica". certo, esse foi supremo. papisa raven owns! e com os outros anúncios depois, deveria ter também um desses:

    "aviso: os personagens contidos na fic estão em sua forma overpower e provavelmente sairiam mortos se não estivessem absurdamente apelões. não tente fazer isso se não tiver escrito um fanfic ou se não conseguir tirar 100 ou mais do rocker. e só o faça com auxílio de profissionais."

    muito bom Lea, me emocionei. e aquele traje realmente deve ser um pé no saco¬¬ 15%...11%...5%... AAAAGHHHHHH!!!!!!!!!!!!!!!!!!11!!

    continue sempre assim. e continue fazendo apariçoes como essa:

    Leafar:
     Leonard e Margareth Belmont ao seu dispôr. - disse o Arquimago louro e rabo-de-cavalo, com a esposa segurando em seu braço esquerdo - O cheiro da carne está ótimo. Podemos comer?

    só queria ver ele dando um típico owned... mas dexa, provavelmente ele vai fazer muitos ainda!^^

    continue sempre asim, e não decepcione os fâs ( nós te ameaçamos, mas é porque adoramos a fic ^^)

    ok,flow!!!

     

    *pensando em uma assinatura decente...*
  • 10-15-2008 8:47 Em resposta à

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    Re:Garra das Trevas - Final

     Eeeeeeiiiiiiiiiiiiiiiita, que ótima fic cara. Que ótimo final. Que é isso. Foi uma leitura gosta de se fazer, bem tranquila, fácil.

     Só fico me perguntando se o Leonard se sentiu bem com a idéia de ter fingido ser ownado por alguma coisa, ou por alguém para surgir o novo garra das trevas. Pensando. Pergunta intrigante.



    Yeah, it comes the water
    It comes to wash away the sins of you and I
    This time you'll see
  • 10-15-2008 11:44 Em resposta à

    • V6Byakuya
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    Re:Garra das Trevas - Final

    *-* Último capítulo de GTD e Novo volume do mangá de Katekyo Hitman Reborn lançados no dia do meu aniversário...(ontem) *infarta*

    Sankyu-na, pelo puresento,ojisan! témquis!

    Leafar:
       

    A visão da menina loura pendurada, gritando por seu nome, perturbou Leafar. Já bastava a pequena Elizabeth, filha de seu clone, ter morrido em suas mãos. Não deixaria outra pequena sacerdotisa, também loura, também gritando o seu nome, morrer.

    Dona autora,poderia me explicar uma coisinha?

    Tipo a Elizabeth não tinha morrido em Sátã Morróqui, que vem depois de GTD? Ou aquela parte era uma recordação, e ela morreu antes de GDT? 

    E WTF!!!??? Lifear postando um capítulo na data certa em que divulgou que postaria? 

    Dia 14...

    Tópico dos E.T.s no OT...

    Lifrae não atrasando a fic...

    Çerah qui abiduziru eli y um Etê tomou çeol lugar poçtandu a o capituru da fique na dáta çertah?

     


  • 10-15-2008 14:26 Em resposta à

    Re:Garra das Trevas - Final

    V6Byakuya:
    Tipo a Elizabeth não tinha morrido em Sátã Morróqui, que vem depois de GTD? Ou aquela parte era uma recordação, e ela morreu antes de GDT? 

     

    Não.

    Ela morre em Shirbasa(acho que é esse o nome),fan fic NÃO escrita pelo Leafar.

    A história é mais ou menos que o Drácula volta a poder trabsforma as pessoas em vampiros e o Leafar tenta impedir isso(Destio dos Belmot é proteger Gefen do Drácula),porém sua filha foi "envampirada" e morreu ao ver o sol(estilo Blade 2)



  • 10-15-2008 21:09 Em resposta à

    Re:Garra das Trevas - Final

    Ok, eu disse a mim mesmo não vou comentar aqui. Mas eu não tenho como não comentar.

    Rafa, tu continua conseguindo a mágia que já te disse em PM uma vez.

    Resumindo: phodastico. (Me perdoem os puritanos, eu incluso, mas essa merecia um palavrão).

     Amplexos!

    Tio D'Moriam


    Gorah D'Moriam - Sacerdote 99/50
  • 10-16-2008 0:05 Em resposta à

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    Re:Garra das Trevas - Final

    Do ca*****.

    E por fim, termina a saga mais mistureba já escrita pelo Leafar. Batman, Metal Gear, Xenogears, Resident Evil e, com a cena da ativação do DarkClaw, já entrou o Venon no meio da salada.

    Um barra-é-onze pra capa do Chev! Putz, ele se superou. Na minha opinião, é o desenho dele que mais me impressionou dentre todos. O motivo principal é a sacerzinha: o formato do rosto, a textura da roupa e principalmente o cabelo. Especialmente no detalhe dos pequenos fios sobre o ombro, desarrumados por causa da mão do Leafar. As cores e as texturas dão a impressão de que a menina é real, é como se fosse possível tocar nela. Dá pra sentir o veludo da roupa, os fios fininhos do cabelo e a maciez da pele do rosto. Juntando o desenho do Chev mais as descrições e falas criadas pelo Rafa, a menina parece tão viva que é possível imaginar, por esse desenho, outras expressões dela e até a voz! Relendo a fic, eu consigo imaginar a voz dela, dá pra acreditar?

    Nota dez pros dois ^^

    Agora enchendo o saco no RagnaTales.com.br

    E quem sabe este noob aqui não volte no Renewal... ^^
  • 10-16-2008 10:50 Em resposta à

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    Re:Garra das Trevas - Final

    Cara, o PC tá megazoado, mas ainda assim consegui ler o capítulo.

     OWNASTE MÁXIMO!!!

    Estou sem PC, mas não sem atividade.
    Quem pensava que eu quitei, pode esquecer.



    OT recruta membros roleplayers. Quem se alista?
  • 10-16-2008 17:50 Em resposta à

    Re:Garra das Trevas - Final

    Acho q nem precisa dizer... Mas vou dizer assim mesmo: esse desfecho foi Soda! Tomate cru, Rafa! Só você para escrever assim! Risada

    Tá muito bom mesmo, meu caro! O desenho do Chev também está perfeito. Eu me pergunto: como vocês conseguem colorizar os desenhos assim?!? Já tentei com uns meus, e saiu muito tosco!

    Parabéns à dupla!  Está bão demais!

     

    Abraço! Sinal de Ok

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