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RagnaTale: Einherjar

Última mensagem 06-08-2009 3:03 de Leafar. 87 respostas.
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  • 02-15-2009 12:13 Em resposta à

    Re:RagnaTale: Einherjar

    *chuta o meu servo do post acima*

    Quando é que vai ter o espaço pros ons Lea?



  • 02-16-2009 5:01 Em resposta à

    • Leafar
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    Re:RagnaTale: Einherjar

    Obrigado a todos pelos comentários até agora! :)

    São Muel:

    And my occasion-to-annoy sense is tingling:  a exemplo de McGaren, Jiban, Superman e o Aioros - o Leafar morreu, mas ele vai mesmo CONTINUAR morto?

    Surprise me (or not) Risada

     

    Ele morreu mesmo. Não foi uma morte Marvel. :)
    Einherjar agora é a ponte dessa Era de histórias e a próxima leva, que vai tratar das classes 3 e das mudanças no mundo no RO, como a outra dimensão.

     

    V6Byakuya:

    @Capa: Erm...o braço esquerdo...a mão... o_O

    @fic: 

    Como sempre, adorei.

    Nessa fic, vocês vão por nossos nick's na capa do último capítulo? Se sim, ó tô postando aqui. \o

     

     

    A pintura deixou parecer que a mão está fora do braço mesmo. No P&B dá pra ver qual era a intenção original.

     

    Com tanto vermelho, o pulso ficou meio comido e os espinhos parecem o pulso. Por isso a confusão. Já passei pro Niori dar uma olhada! ;)

    Sobre os nomes na capa, posso falar com o Niori também! Se não tivermos alguma idéia melhor, podemos repetir! :D

     

    SniperMaizena:

    Gostei muito da cena da morte.Mas acabo a graça das suas fic... =/

    Como flodarei agora querendo a cabeça de um morto xD

     

    Poxa, não acabou não! :)

    Morrer faz parte da vida. Como eu comentei na lista da OD, que já sabia há muito tempo que ele teria esse fim, isso precisava acontecer. Eu gosto muito de escrever. E escrevo porque leio muito. E uma coisa que me incomoda em algumas histórias é que os heróis chegam em um ponto onde tudo começa a se repetir. Ou o cara começa overpower demais e perde tudo, ou então faz tanta coisa que não sobra muito o que ser feito. Aí vira um tal de morrer, ressuscitar, voltar o inimigo que tinha morrido, repetir o sequestro, casar, separar... depois de algumas décadas, perde a graça. E o Leafar já fez coisa demais; o personagem nasceu em 2004 no bRO. Não tem mais o que provar ou o que fazer com ele sem repetir ou ser original. Então ele está indo para um novo nível de aventuras, para que coisas originais e divertidas de ler aconteçam. E a lacuna que ele vai deixar em Midgard vai ser grande o suficiente para que um monte de novos personagens apareçam e conquistem seu espaço. A própria Ordem do Dragão vai ter um novo líder e uma nova linha de histórias. E eu já estou preparando os personagens que vou usar no lugar do Leafar, como o próprio Essny/Christian Vallmore, que já deu as caras na RagnaTale Leo e agora no evento da Ruína.

    Mas você pode começar a floodar o coitado do elfo quando as fics atrasarem! :D

    hunter of mage:

     Muito bom, suas fic são uma das poucas coisas que eu tenho tido paciencia de ler ultimamente 

     

    Quis agradecer esse elogio separadamente porque comentários assim são muito gratificantes de ouvir. Esses dias fui ao aniversário de um amigo de jogo, e tinha um cara que também joga Rag lá. Ele me apresentou, e para a minha surpresa, o cara me conhecia pelas fanfics. E ele falou que nunca foi de ler nada, mas que gostou tanto das minhas histórias que pegou o hábito de começar a ler por hobbie.

    Então gostaria de agradecer pela preferência e espero que você e os demais leitores saibam que me esforço para se divirtam e se emocionem com as minhas histórias. Obrigado! :)

     
    E agora, na sequência, a primeira interação dos leitores em Einherjar!

    Leafar



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  • 02-16-2009 5:49 Em resposta à

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    RagnaTale: Einherjar - Capítulo 1.1 (Regras)

    Olá a todos!

    Como comentei há alguns meses, Einherjar é uma fanfic que não traria apenas uma nova linha de história; é a primeira fanfic que vai dar liberdade para os leitores participarem e influenciarem o rumo da história. É quase um PBF (Play By Forum), mas com algumas regras especiais.

    Ninguém é obrigado a participar ou aceitar os acontecimentos de Einherjar. Mas como parte da linha de cenário que batizamos de "RagnaTales", talvez você queira que seu personagem tome parte dessa grande aventura. E se for esse o caso, siga as regras a seguir e espere pelo próximo capítulo! :)

    Todo capítulo dos leitores terá o nome X.1, onde X é o número do capítulo atual e 1 são as atuações de vocês com a história. Se entre um capítulo e outro forem necessárias mais alterações, baseado no que vocês fizerem, antes dele ser lançado eu publico um capítulo X.2, X.3 e por aí vai, até que o novo capítulo seja lançado.

    E o mais importante: as ações não estão limitadas a personagens do Odin; personagens do Thor também estão convidados a interagir!

    ***** 

    Capítulo 1.1
    ~ Descanse, Dragão Dourado

    O que seu personagem sabe: Leafar partiu com o pai para investigar sobre o assassinato do Rei Tristan III. Em Geffenia, algo errado aconteceu e Leafar foi morto (também não se sabe como ainda). Leonard está preso em algum lugar desconhecido na cidade perdida. Albert, o mordomo da mansão Belmont, em Rachel, enviou um aparelho portátil de DVD com a notícia sobre a morte de Leafar e pede ajuda para que seja organizada uma missão de resgate a Leonard Belmont. Se seu personagem vai participar, ele recebeu este aparelho.

    Até onde pode ir a cena? Até a chegada do seu personagem à Mansão Belmont, em Rachel. 

    Cenário: Midgard (mundo dos mortais)

    Nome do capítulo (o nome que você vai usar no assunto do seu post): RagnaTale: Einherjar - 1.1: [nome do seu personagem/guilda]
    Exemplos:
    RagnaTale: Einherjar - 1.1: Bonnie Heart
    RagnaTale: Einherjar - 1.1: Ordem do Dragão

    Personagens que você pode interagir caso achar necessário:

    Morrigane (ex-Raven) e Diego (ex-Jöseph/Garra das Trevas)
    Onde: Lighthalzen
    Sobre: o casal vive uma vida comum em Lighthalzen. Podem ter amizade com qualquer personagem e vivem um casamento feliz. Nunca foram vistos lutando ou pegando em armas e não contaram a ninguém sobre a vida secreta que levaram na cidade de Rachel. Vão à cidade oficialmente para prestar condolências à família Belmont. Em Rachel, porém, vão sumir, e qualquer personagem poderá se sentir observado ou interagir brevemente com o Jöseph (Algoz, cabelos brancos) ou Raven (Algoz, morena, máscara no rosto e seios grandes) que antecederam a dupla atual (que era Leafar como Algoz e Bonnie ou Freya como Suma e Sacerdotisa, respectivamente). Nesse segundo caso, eles apenas reforçariam a ilusão que Diego é o mesmo Jöseph que Leafar, para que ninguém associe o sumiço de Leafar com o sumiço do Garra das Trevas.

    "Ruby" (Freya, atual Raven, secretamente ex-Papisa de Rachel)
    Onde: Rachel, mansão de Zhed Bekento
    Sobre: desde que recebeu a notícia, Ruby (sempre com a peruca ruiva) está transtornada. Sem conseguir parar de chorar, está sendo mantida sob sedativos. Bonnie tomou o cuidado de deixar ela longe, para que não tenha nenhuma idéia precipitada de se enfiar em Geffenia e ir procurar o corpo do pai. O cachorro, Rush, tem sido a companhia da menina. Além de ter um olho de cada cor (um é azul e o outro é vermelho), ela só se refere a Leafar como "Senhor Lea". Ouvir histórias sobre ele a acalmam.

    Hellenia e Christian Vallmore/Margareth Belmont
    Onde: Geffen/Aeroplano de Izlude para Rachel
    Sobre: os dois elfos podem ser vistos saindo de Geffen com Margareth Belmont, esposa de Leonard e mãe de Leafar. Christian (Mestre-Ferreiro, elfo, cabelo verde) e Hellenia (Suma Sacerdotisa, elfa, morena) não perdem muito tempo na cidade. Christian é visto o tempo inteiro na porta da casa, sem deixar ninguém entrar. Hellenia é vista indo muitas vezes da Kafra para a casa, até que abre um portal na frente dela, que é utilizado pelo namorado, por Margareth e por ela mesma. Mais tarde, são vistos no aeroplano para Rachel. Margareth permanece o tempo inteiro em um aposento reservado, protegido por Christian. Hellenia interage com qualquer um que se aproximar e se limita a explicar que Margareth pediu para ficar sozinha durante a viagem. Por fim, caso algum personagem se ofereça para isso, os três vão aceitar uma escolta do aeroporto até a mansão.

    Mansão Belmont
    Onde: Rachel
    Sobre: a mansão está apinhada de curiosos. Qualquer personagem que tenha recebido o DVD (ou seja, que está participando da história) está autorizado a entrar. É provável que seu personagem seja abordado pela imprensa local - em especial, pelo "Planeta Clarim", com a repórter Luisa Lane e o fotógrafo Pedro Parker. Eles vão insistir com perguntas como "O que realmente aconteceu com Leafar?", "Já se sabe algo sobre a divisão da herança do general?". Alguns curiosos de Rachel vão abordar os personagens e tietar eles, pedindo autógrafos e fotografias com eles - tudo sempre do lado de fora da mansão.

     

    Como esta é a primeira interação, não tem data limite para a postagem dos contos de vocês. Vamos ver o que acontece primeiro.
    E é óbvio que se alguém postar alguma coisa idiota, eu vou ignorar completamente a cena. ;)
     

    Abraços,
    - Rafa

    Leafar



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  • 02-16-2009 7:24 Em resposta à

    RagnaTale: Einherjar - Capítulo 1.1: Rogue Seraos

     RagnaTale: Einherjar - Capítulo 1.1: Rogue Seraos

    Naquela noite, o Desordeiro não dormiu. Passou a noite em claro, olhando a lua e viu o sol nascer do seu local predileto: O Farol de Comodo. Ali ele tinha uma visão privilegiada do mar, que pode ver em sua imensidão os raios de luz tocarem delicadamente a água, tingindo-a em um tom amarelado. Era o momento do dia que mais gostava.

    A medida que o astro foi subindo, ele se afundava mais em pensamentos. No dia anterior teve um pressentimento ruim enquanto assistia a iniciação de membros da Ordem do Dragão. Chegou a comentar com Castor, que o acalmou, dizendo que foram os fatos recentes que o deixaram abalado, principalmente a destruição de Morroc. O silêncio foi rompido por som de passos.Ao longe, Marky corria com um embrulho na mão e chamava seu companheiro.

    - Seraos! Seraos!!! - gritou a Arruaceira.
    - Silêncio! Não estraga o momento.
    - Ô anta! Chegou um pacote pra você e aqui tá dizendo aqui que é urgente.
    - De onde é? - disse sem olhar para trás.
    - De Rachel, mais especificamente da Mansão Belmont.

    Em um só pulo ele se levantou e correu até a mulher. Rapidamente abriu o embrulho e retirou o que parecia uma pequena tela com poucos botões. Assim que colocou o instrumento na mão, a imagem de um homem calvo apareceu no visor e deu uma notícia que deixou Marky de boca aberta.

    - Le-leafar Belmont mo-morto?

    O Desordeiro não respondeu. Marky procurou o rosto de Seraos e qual foi a surpresa dela quando  o viu sem sua máscara, com olhos cinzas, com a face voltada para o aparelho.

    - Você tá bem, Sea?
    - Eu deveria estar lá. Leonard deveria ter me chamado. - disse de uma vez.
    - Como assim? Você não é Loki, Seraos! Não tem como você ser onisciente!
    - Era minha missão e eu fracassei. Agora só me resta ajudar o Sr. Belmont a sair daquele calabouço.
    - Você vai pra Rachel, né?
    - Não sei. Não sei se a Bonnie me quer lá, mas acho que tenho que estar preparado. - disse recolocando sua máscara.

    Ambos correram até a Guilda dos Arruaceiros. Marky ajudou Seraos, guardando alguns apetrechos em uma pequena mochila. Ele não tinha como entrar em contato com Castor ou qualquer outro membro da Ordem do Dragão por intermédio do brasão, então resolveu enviar uma mensagem privada, pondo-se a disposição.

    - Agora é só esperar. - disse o Desordeiro, vendo o mensageiro subir as escadas com o típico pedaço de papel amassado dobrado ao meio.

  • 02-16-2009 11:01 Em resposta à

    Re:RagnaTale: Einherjar - Capítulo 1.1: Rogue Seraos

    Demorei muito para ler essa fanfic.
    De certa forma, ela é tão especial para mim quanto para o Rafael. Eu gosto tanto do Leafar, quanto gosto da Bonnie.
    Confesso que estava com medo de não gostar do texto ou achar ele fraco. A proposta era muito boa, mas colocar no "papel" nem sempre sai como imaginado. Mas ao começar a ler, não consegui mais parar.

    A qualidade do texto está anos luz melhor que Garra das trevas e Morroc Saga. As descrições estão mais condizentes com o que eu queria ler, e provavelmente mais legais para leitores novos, tanto que ja tiveram comentários ai que não se sentiram perdidos na historia.

    Adorei mesmo, de coração. É muito triste ver/ler sobre a morte do personagem que a gente mais gosta. Lembro quando, pela primeira vez, li sobre a morte de Kitty Pryde dos X-Mens. Sou nerd o suficiente para ter me dado uma dor de vazio mental... Falta. Tristeza. Senti um ódio terrivel quando os editores brincaram com minha mente e ela simplesmente ressuscitou sem explicações. Leafar está morto. O que acontecerá de agora em diante? Tenho certeza que ele não irá voltar de forma inexplicada, com certeza não voltará.

    Conhecendo a Bonnie Heart como eu conheço, eu duvido que ela queira viver sem ele. Não faz sentido. Bonnie sempre esteve atrás de Leafar, seu Robin feminino. Uma dupla como poucas que eu conheço. Como eu disse antes, essa fanfic é muito importante para mim e até agora está excelente.

    Parabéns Leafar :)

    PS: Seraos, a sua mini fanfic tá otima tbm ;)

  • 02-16-2009 13:18 Em resposta à

    Re:RagnaTale: Einherjar - Capítulo 1.1: Organização VII

    RagnaTale: Einherjar capitulo 1.1 Organização VII

     

    -... e ele está morto Alex.

    Estas palavras ecoaram mais na cabeça do velho do que no salão cavernoso que era a sede da Organização VII, Alexander passou a mão pelo rosto depois de tirar seu equipamento, ele podia ver a sí mesmo pelo reflexo do elmo de morrigane que estava na mesa. Estava péssimo.

    -Mais um morto. - disse ele - Com este vão-se muito dos poderes que este reino ja não tem, primeiro o Capitão Sebastian Balthazar IV, logo depois o Capitão Terenas, o Dozer está desaparecido, agora o 'invencivel' general Leafar. Bem, ele provou que não era tão invencível assim.

    Humor negro nunca foi o seu forte, na realidade Alexander estava preocupado com o destino do reino, poucas vezes a Organização VII intervia no curso normal das coisas, entretanto aquilo com certeza não era o curso normal, nobres e militares morrendo como cães doentes, não, estava errado e deveria ser mudado.

    Enquanto Alexander massageava as temporas pensando no que fazer, Lothar, que lhe trouxera a má noticia, instruira outros magistrados a aguardar ordens do superior, mas com certeza o templário sabia que Alexander, conhecido alí na Organização como 'O Regente', estava incomodado e que ele faria algo que não fazia ha tempos, os mandaria interferir.

    -PAI ! 

    Uma odalisca com o corpo notávelmente esbelto entrou na sala com um grito, ela trazia em mãos um disco.

    -Pai, nós interceptamos isso enquanto rastreávamos sinais de rádio da Rekenber, se eu não me engano a voz contida na gravação é do mordomo dos Belmont. -disse ela enquanto batia uma continência.

    Debora Eisenheim Slyther não era filha biologica de Alexander, mas irônicamente foi a única familia que lhe sobrara depois de tantos conflitos. Sua esposa Lexie, falecera ha mais de 20 anos, sua filha Sarah ha alguns meses, irônicamente, a melhor amiga da filha era sua única familia, além de uma excelente interceptadora em comunicações e magistrada da Organização.

    Após ouvir a gravação, Alexander ordenou que os magistrados reunissem um grupo de trinta pessoas para partirem imediatamente.

    Enquanto se equipava, assim que colocou a máscara composta de olhos biônicos, mascara do fugitivo e elmo de morrigane, ele apertou um botão [.REC] e começou a falar com sua voz estranhamente mecânica pela distorção que a máscara causava:

    -Sr. Albert Gordon,primeiramente o senhor não precisará saber quem somos nós ou o porque estaremos lhe ajudando, mas saiba que estamos a par de tudo e estamos oferecendo a solidariedade com a fatalidade ocorrida, neste momento estamos nos dirigindo a geffenia para retirar em segurança o Sr. Leonard Belmont, e possivelmente recolher o corpo do General Leafar, entretanto, pesso-lhe que não informe a ninguém sobre a missão, se alguém chegar lá primeiro nós nos retiraremos para preservar nossas identidades, nós sentimos muito pelo ocorrido, esperamos que nossa ajuda seja bem vinda.

    Aqui quem fala é O Regente, em nome de toda a Organização VII.

    Ao terminar a mensagem Alexander ja pode ouvir o barulho das turbinas do Aeroplano, o piloto Dook Airbullet dava as instruções finais aos Sentinelas e Magistrados, Alexander caminhou pela instalação até chegar ao hangar de decolagem, aqueles seriam longos dias.



    Fic: VII - A Herança
    http://sites.levelupgames.com.br/FORUM/RAGNAROK/forums/p/378899/3563440.aspx#3563440

    Ajude a montar uma cronologia comum para adiconar conteudo ao cenário do roleplay!
    http://sites.levelupgames.com.br/FORUM/RAGNAROK/forums/t/379102.aspx

    Campanha: Conspirações @Thor
    http://sites.levelupgames.com.br/FORUM/RAGNAROK/forums/t/379213.aspx
  • 02-16-2009 14:51 Em resposta à

    Re:RagnaTale: Einherjar

    RagnaTale: Einherjar - Capítulo 1.1: Carlos o Monge

      
             Era Noite era tudo o que o monge sabia, avia acordado de mais um estranho pesadelo dessa vez envolvendo focas falantes que o caçavam pelas praias próximas de cômodo, sem sono decidiu passear pela cidade à noite, vestiu seu casaco e sua calça e colocou o brasão ornamentado com um ‘’OD’’ da guilda que jurara seguir, ao abrir a porta percebeu um pequeno pacote um pouco a frente de seus pés, ao pegar e abrir percebeu que era um aparelho portátil de DVD e imediatamente o ligou recebendo a seguinte mensagem.


    “A quem estiver assistindo esta mensagem, saiba que meu nome é Albert Gordon. Trabalho como mordomo na Mansão Belmont, na cidade de Rachel. Com grande peso no coração, informo o falecimento de meu patrão, Leafar Belmont, filho de Leonard e Margareth Belmont, general de Rune-Midgard, nesta sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009.

    O patrão Belmont partiu em missão com seu pai e, por normas de segurança de sua mansão, tinha seus sinais monitorados por nosso sistema de suporte vital. Seu óbito aconteceu às 8h23 desta manhã, por hemorragia seguida de falência múltipla dos órgãos, ocasionada por um ferimento em suas costas. Tal informação foi confirmada por seu pai, que desafortunadamente ainda encontra-se preso dentro de Geffenia, o local de tal fatalidade.

    Acredito que os senhores e senhoras queiram se reunir para ao menos resgatar o corpo do patrão Leafar e evitar que seu pai tenha o mesmo destino. Para tanto, solicito comparecimento em caráter de urgência na Mansão Belmont, cujo endereço está anexo a esta mensagem.

    Meus mais sinceros e profundos pêsames.”

            Não ah como descrever com uma única palavra o que sentia naquela hora,raiva dos assassinos de Leafar,tristeza pela morte de seu líder entre outros sentimentos confusos de mais para dizer, Carlos chorava com o infeliz acontecimento,rapidamente pegou uma bolsa e colocava tudo o que pensava em levar dinheiro,armas e poções azuis e brancas fechava a bolsa e partia em direção ao endereço dado no DVD,sabia que Encontraria outros companheiros em busca de respostas para o ocorrido lá.





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  • 02-16-2009 14:51 Em resposta à

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    Re:RagnaTale: Einherjar

    Bom, acho que é a primeira vez que posto aqui em uma das suas fanfics, Rafael (normalmente porque estou sem créditos... hehe). Pelas que eu já li, essa tem tudo para se tornar uma das melhores que você já escreveu. A metalinguagem que você usou na descrição da morte do Leafar enriqueceu muito o texto; ao mesmo tempo em que ela puxa o leitor para dentro da cena, ela consegue chocar os valores do mesmo, que não consegue achar uma explicação ou mesmo um conforto diante daquilo, dando aquele aspecto sufocante que a morte traz à tona. Ficou realmente muito bom, meus parabéns.

    Estou também bem ansioso com essa nova gama de possibilidades que a interação de personagens vai dar à fic. Acredito que vá estimular bastante gente a começar a jogar essa nova modalidade de RP. Até eu to querendo participar... hehe. :)

    Abração, boa sorte... e meus parabéns de novo!

  • 02-16-2009 15:09 Em resposta à

    Re:RagnaTale: Einherjar - Capítulo 1.1 : Maizena

    Re:RagnaTale: Einherjar - Capítulo 1.1 : Maizena  

    Maizena estava de longe muito abalado.Acabara de voltar da despedida de mais um amigo,além de ter presenciado a destruição de uma das cidades que ele mais amava.

    Estava a caminho de sua casa,quando um aparelho estranho chega as suas mãos.Era mais um choque para ele,saira naquele estante de uma depedida e acaba de ser avisado de mais uma morte.

    Naquele momento o emocional do caçador de despedaçou e so o que conssegui fazer foi dar mais um risco em seu arco e parar o primeiro sacerdote que encontrou, fazendo-o abrir um portal para Rachel.

    Na capital de Arunafeltz, Maizena seguiu até a manssão Belmont , porém o portão estava praicamente "barrado" por jornalistas e curiosos.Ao se paroximar, um jornalista lhe tirava fotos enquanto uma mulher lhe perguntava se ele sabia algo sobre a divisão da heraça.

    - Espero que vocês estejam na lista ou ficarão no prejuízo. - respondeu o caçador enquanto jogava a câmera no chão, despedaçando-a.

    O caçador mostra o DVD para os seguranças e adentra na prorpiedade.

     



  • 02-16-2009 15:09 Em resposta à

    Re:RagnaTale: Einherjar - Capítulo 1.1 (Regras)

    Mals DP...



  • 02-16-2009 15:09 Em resposta à

    Re:RagnaTale: Einherjar - Capítulo 1.1 (Regras)

    Jeus foram 3!!!

    Maldito forum...



  • 02-16-2009 16:57 Em resposta à

    Re:RagnaTale: Einherjar - Capítulo 1.1 (Regras)

    Por encrespa que párivel eu só consegui terminar de ler a fic agora pouco.
    Rafa... não tenho palavras pra descrever. Só digo que gostaria de descrever no bom sentido, que está excelente!
    Me emocionou, de verdade!! Parabéns pelo feito!
    Até tomei gosto pra participar da coisa... então ai vai:

    ----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
    RagnaTale: Einherjar - 1.1: Huxley Skyjack

    Nos mares próximos a Alberta, um grande barco descansava em suas águas. Era um barco voador pirata, capaz de atingir as nuvens com suas turbinas. No alto de sua haste principal, uma bandeira de azul marinho, quase preto, ondulava ao vento fazendo com que a caveira em sua estampa modificasse o seu humor a cada lufada.

    Perto do convés, em uma mesa improvisada, um Atirador de Elite bebia alguns goles de Rum. Seu elmo das Valquírias compartilhava espaço em cima da mesa com uma garrafa grande, de longa data. O Atirador de Elite, capitão daquele barco, olhava para o horizonte com um olhar pensativo. Ele sentia uma coisa estranha no ar. Algo ruim. Então uma dor aguda atingiu seu coração. Uma dor interna, não física. Sentimental. Ele era um homem acostumado a sentir todos os tipos de dor. Mas aquela foi cruel, lacerante, profunda demais a ponto de fazer seus olhos lacrimejarem.  Então ele viu uma Algoz ruiva se aproximar. Ela sempre se movia com um fantasma. Não gostava que as pessoas a notassem. No entanto ela seguia em passos fortes e firmes. Seus olhos estavam vermelhos e úmidos. Ela trazia em sua mão, um pequeno aparelho portátil.

    - Isso chegou agora. Mandaram entregar pra você. – disse Red Ghost, segunda em comando e melhor amiga do Capitão, colocando o aparelho em cima da mesa.

    O Atirador abriu o aparelho como se abre um livro. Viu a tela negra e apertou o botão “play”. Um velho careca apareceu na tela. O estomago do capitão revirou algumas vezes.

    - A quem estiver lendo esta mensagem, saiba que meu nome é Albert Gordon. Trabalho como mordomo na Mansão Belmont, na cidade de Rachel. Com grande peso no coração, informo o falecimento de meu patrão, Leafar Belmont, filho de Leonard e Margareth Belmont, general de Rune-Midgard, nesta sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009.... – disse o mordomo.

    O capitão, também conhecido como Huxley Skyjack, não ouviu mais o resto da mensagem. Um de seus melhores amigos tido ido embora. Ele sabia. A dor no coração minutos antes tinha lhe falado. Sua mente entrou em um turbilhão de memórias. Memórias boas e ruins ao lado do amigo louro, tentando ao máximo fazer com que o fato real de sua morte seja apenas uma piada. Tudo que fizeram juntos, tudo que ainda iam fazer. Seus olhos arderam como se estivem sob fogo e lagrimas caíram. Skyjack não fez questão nenhuma de conte-las. Mostrar os sentimentos por pessoas queridas, era uma atitude honrada.

    - Sky, minha dor também é grande, mas temos algo importante ainda a fazer. – falou brandamente a ruiva – O pai dele ainda em perigo, precisamos ajuda-lo.

    - Um minuto! – disse rispidamente o capitão se levantando de súbito – Um minuto de honra a lembrança de meu amigo!

    Por fim levantou a garrafa de Rum aos céus e durante aquele minuto, lembrou mais uma vez do amigo e rogou as Valquírias que sua alma fosse bem cuidada. Virou a garrafa em alguns poucos goles, chutou a mesa num ato de fúria fazendo com que o pequeno copo, o aparelho de DVD e seu elmo fossem pelos ares. A Algoz se retraiu assustada. Aquela não era uma atitude típica de seu capitão.

    - Avisem a todos da tripulação – Ordenou a tarefa para a ruiva – Avise que estamos indo para Rachel. E avisem também para apertarem a *** dos cintos!

    E sem esperar resposta, saiu em passos firmes e furiosos até a cabine. Ligou os motores e, provocando grandes ondas, fez o barco voador atingir as nuvens numa velocidade insana.


    --**--

    Em Rachel, perto do Aeroporto, o barco voador aterriza nas areias com um impacto terrível, se arrastando por vários metros e oferecendo a alma de Drops, Stapos e Droseras para Nerul. O casco do barco, apesar de reforçado para agüentar danos extremos causados pelas guerras, sofreu muitos arranhões e algumas avarias, mas isso era a menor das preocupações de seu capitão. De dentro do barco, uma Cigana segurava a mão de sua namorada, uma Suma Sacerdotisa.

    - Acho que o Sky pirou de vez. – disse a Cigana, também conhecida como Alfirin Live Sylph.

    - Eu não acho. Tenho certeza! – Responde a Suma, também conhecida como Miho.

    - Eu não pirei *** nenhuma. E fiquem aqui. Estou indo até a mansão na cidade. De lá eu mando notícias do que vamos fazer. Aquela *** de lugar deve estar o inferno de tanta gente. – bradou o capitão gesticulando com os  braços.

    - O Sky deve estar realmente bravo. Pra falar palavrão um atrás do outro... – disse Miho para Alfirin.

    - Eu ainda acho que a morte do Leafar é uma piada e que tudo vai ser esclarecido em breve. Ai poderemos bater naquele louro pela piada de péssimo gosto. Você “lexa” ele pra mim, né Mi? – respondeu a Cigana.

    - "Hai"! – disse a Suma apertando os olhos e sorrindo de forma fofa.

    --**--

    Ao chegar perto da mansão dos Belmont, Huxley viu uma espécie de formigueiro humano. Havia muitos curiosos no local, mas a maioria se compunha de jornalistas inescrupulosos. Foi abrindo espaço pedindo licença. Uma repórter se aproxima e enfiando literalmente o microfone na cara do Atirador, diz:

    - Huxley Skyjack, notável pirata de Rune-Midgard. Sou Luisa Lane do Planeta Clarim. O General de Midgard foi mesmo morto? Existe a probabilidade de isso ser um boato para servir de isca para um grande inimigo? Já existe um substituto para a liderança da Ordem?

    - Escuta aqui! – diz rispidamente o capitão, afastando o microfone com as costas da mão – Primeiro: Leafar era piadista, mas não chegaria a esse ponto. Segundo: Deixa de ser imbecil, isca é o c#r**lho! Terceiro: Tenha pelo menos um pingo de respeito e honra pelo morto e suma daqui!

    Os flashes da máquina de seu parceiro, Pedro Parker disparou dezenas de vezes para não deixar o fato passar em branco. A repórter franziu o nariz e as sobrancelhas , encarando o pirata. Ele retrucou com um olhar que costuma usar antes de lançar a última flecha pra matar um MVP. Ela engoliu seco e foi entrevistar rapidamente outro pessoa.

    Após alguns minutos atravessando o mar de pessoas, Huxley finalmente entra na mansão. Aquele lugar que antes, era cheio de alegria, estava pesado como uma nuvem carregada de chuva. Alguns aventureiros já haviam chegado e todos estavam em silêncio.

    - Capitão Huxley Skyjack. – disse Albert com uma voz branda e firme, como sempre.

    - Albert, amigo. – disse o pirata fazendo uma reverência com a cabeça – Diga que isso é algum plano insano do Leo e do Leafar, por favor.

    - Infelizmente não posso dizer isso, Senhor.

    - Eu juro que morro só pra poder socar aquele idiota no Valhalla. Imbecil!

    O mordomo ficou parado ao lado do pirata com sua postura inabalável. Após alguns momentos, Skyjack voltou a falar.

    - Sabe Albert, quase nunca lutei ao lado dele. Sempre nos encontrávamos para papear ou para pedir ajuda um do outro em alguma coisa importante. E agora vou lutar ao lado de seus amigos para resgatar seu corpo. Luatarei ao lado de seu corpo sem vida. Isso não faz sentido. – ele fez uma pausa, pensou em algo vago e continuou - Enfim. Em nome do barco Skyjack e com extrema honra, eu ofereço minha humilde ajuda nessa busca honrada ao corpo de meu amigo!

  • 02-16-2009 16:58 Em resposta à

    Re:RagnaTale: Einherjar - Capítulo 1.1 (Regras)

     Rafa,

     Dá uma olhada nas suas mps, pois enviei para vc um post, q gostaria q vc avaliasse. Não pretendo postar nada sem que vc aprove antes. =D

     

    Grande abraço! Sinal de Ok

  • 02-16-2009 18:46 Em resposta à

    Re:RagnaTale: Einherjar - Capítulo 1.1 (Regras)

    Huxley Skyjack:
    - Huxley Skyjack, notável pirata de Rune-Midgard. Sou Luisa Lane do Planeta Clarim. O General de Midgard foi mesmo morto? Existe a probabilidade de isso ser um boato para servir de isca para um grande inimigo? Já existe um substituto para a liderança da Ordem?

    - Escuta aqui! – diz rispidamente o capitão, afastando o microfone com as costas da mão – Primeiro: Leafar era piadista, mas não chegaria a esse ponto. Segundo: Deixa de ser imbecil, isca é o c#r**lho! Terceiro: Tenha pelo menos um pingo de respeito e honra pelo morto e suma daqui!

    Os flashes da máquina de seu parceiro, Pedro Parker disparou dezenas de vezes para não deixar o fato passar em branco. A repórter franziu o nariz e as sobrancelhas , encarando o pirata. Ele retrucou com um olhar que costuma usar antes de lançar a última flecha pra matar um MVP. Ela engoliu seco e foi entrevistar rapidamente outro pessoa.

     

    Boa Sky!!!

    Hunters/Snipers 2 Vs. 0 Jornalistas!!



  • 02-16-2009 20:06 Em resposta à

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    Re:RagnaTale: Einherjar - Capítulo 1.1 (Regras)

    Ragnatale: Einherjar 1.1: Son  Goku 

    Goku havia acabado de acordar na estalagem. normalmente dormia fora da cidade, mas a noite caiu antes que ele saisse. se levantou, apgou o estalageiro e seguiu para a taverna.

    quando chegou lá, estava tudo mais agitado do que o normal, mas conversavam em susurros. o monge não deu atenção e seguiu para o balcão onde o taverneiro limpava um copo

    - e aí Tom, bom dia. - olhando em volta, acrescentou - ouve alguma coisa? todo mundo parece meio agitado.

    Tom o fitou como se estivesse ignorando alguma coisa óbvia.

    - não sabe?

    - saber do que?

    -... - tom não disse nada e simplesmente lhe passou uma pequena tela que tirou de baixo do balcão - me disseram que era pra entregar pra algum membro da Ordem se passase por aqui, e voce é o primeiro hoje.

     -como faço isso funcionar?

    -aperta o botão vermelho

    Goku apertou e ouviu a mensagem, primeiro com uma expressão de dúvida. ao final da mensagem estava olhando o monitor com expressão chocada. depois passou para fúria. sem perceber, rachou sem querer a tela de vidro.

    -droga - praguejou - droga,droga,droga!! - se levantou derrubando o banquinho, com os olhos passando de castanho para azul - droga, o que ele foi fazer lá?!

    -olha Son, eu não sei, mas acho que vai querer ir pra Rachel agora, certo

    -certo - disse Goku, fazendo enorme esforço para não socar o balcão. se virou e encarou um sacerdote que estava em uma mesa atrás dele - ei, tem portal pra Rachel?

    - tenho. - respondeu o sacerdote - dois mil ze...

    Goku pegou o sacerdote pelo colarinho e forçou sua cabeça pra baixo até ficar no mesmo nível do dele

    -escuta aqui, eu preciso chegar a Rachel AGORA de preferência. não tenho dinheiro, mas por favor - Goku fez as palavras soarem com a maior ameaça possível - poderia abrir um portal pra mim?

    -c-certo... - gaguejou o sacerdote, tirando uma gema azul do bolso.

    -obrigado - agradeceu Goku soltando o sacer

    a gema se desfez em um pófino e começou a girar no chão. quando a coluna de luz apareceu, Goku entrou, deixando o sacerdote olhando boquiaberto para o local.

    ***

    Goku corria por Rachel. tinha saido na parte mais ao sul, perto da nascente de freya. parou em frente ao guia e perguntou onde era aMansão Belmont. quando apontou a direção, disparou por ali. não foi difícil achar, pois estava com o caminho barrado por centenas de jornalistas. se embrenhou no meioda multidão, agradecendo aos céus por ser uma criança e ninguém parar para fazer perguntas. chegou à porta e bateu. foi o suficiente para ser parado por dois ou três jornalistas e alguns fotógrafos

    -por favor - começou Luisa Lane - você é um mebro da Ordem do Dragão, à julgar pelo brasão. poderia nos dar algumas respostas?

    -não - respondeu grosseiramente, se virando - e não insista. já to de saco cheio de tanta gente, entendeu

    a repórter arqueou as sobrancelhas, meio impressionada por um garoto daquela idade parecer tão irritado e meio por ele com certeza saber alguma coisa, de acordo com a resposta

    - olha, garoto - começou a respórter, com um sorriso amável - isso é muito importante. se me responder só umas perguntinhas, te pago um sorvete. que tal?

    -pela última vez: NÃO! - resmungou o monge encarando a repórter. algumas dúzias de flashs dispararam em seu rosto vindo de um fotógrafo. resmungou mais alguma coisa e pegou a máquina e esmagou usando um Impacto Psiquíco. antes que continuassem as perguntas, a porta se abriu e ele entrou correndo.

    a porta fechou um segundo após entrar, e Goku deu de cara com um velho mordomo. apresentou a pequena tela que ainda tinha e se apresentou

    -oi. meu nome é Goku, Son  Goku. sou membro da Ordem do Dragão... você é o Albert?

    -sim senhor - respondeu o mordomo- veio aqui para saber o que aconteceu e tentar resgatar o Senhor Leonard, estou certo?

    -está - respondeu Goku - já chegou alguém?

    -sim, outros amigos do meu patrão. vou leva-lo até a sala, mas acho que seria justo aconselhar de que essa missão é perigosa demais para alguém com tão pouca idade. outros devem concordar comigo.

    os olhos do monge se estreitaram, enquanto Goku resistia ao impulso de dar uma resposta que veio à sua mente. em vez disso disse apenas:

    - sim, eu sei. apenas me leve até os outros, por favor.

    -como queira. mas provavelmente não vai participar dessa missão.

    -escuta... eu sou um monge por mérito e merecimento, sou membro da Ordem do Dragão e lutei contra o Landr na Batalha de Morroc. se isso não prova que eu posso...

    -perdão - disse o mordomo, interrompendo Goku - mas não estou pondo em dúvida suas habilidades, mas os riscos são elevados demais para uma criança ir em uma busca como essa. se quiser, posso lhe levar até os outros e lhe fornecer algumas explicações, mas não vai poder participar dessa busca.

    - olha aqui - disse Goku, estreitando os olhos - eu vou nessa de qualquer jeito. não vou deixar simplesmente de ir porque é perigoso demais. ainda tem o pai do Lea preso lá, e o cara pode estar morrendo. eu vou nisso de qualquer jeito, e você não pode me impedir.

    -meus argumentos são mais do que esses, mas há outros aqui que com certeza concordam comigo.

    -só pra começo de conversa, NINGUÉM aqui é meu pai, minha mãe ou responsável por mim ou tem qualquer direito sobre mim. mais alguma coisa?

     o mordomo olhou Goku com um olhar levemente mais interessado. ou pelo menos parecia.

    -pois bem. vou leva-lo até os outros, mas não garanto nada.

    Albert conduziu Goku pela mansão, até a sala onde estavam os outros. assim que mais pessoas chegassem, ia saber o que havia acontecido. por hora, era só esperar. 

    *pensando em uma assinatura decente...*
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