Desenho:

O desenho foi feito durante uma feira em Alberta, por uma sacerdotisa bonita de cabelos longos e azuis que passava carregando uma cesta de pão doce. Detalhe nas orelhas, foi um acréscimo avulso da mesma.
Nome do personagem: Coonell. De quê? Não, é só Coonell mesmo. Do lugar de onde ele vem não existe sobrenome.
Classe: Apesar de ter se aperfeiçoado caçador por insistência de terceiros, não gosta do rótulo classes. Quando lhe perguntam sobre, ele responde ser da classe média alta.
Afinidade Elemental: Não possui. Não por escolha própria, mas pelas suas condições. Contudo, seria vento, sem dúvidas.
Raça: Não pertence a nenhuma raça. É um protótipo da linha de robôs de Terceira Geração fabricados por Kiehl Hyre.
Idade: Cinco anos desde que se entende por um ser consciente.
Altura: 1,77m.
Peso: Estranhos 33 kg.
Voz: Robótica, semelhante às mensagens dos operadores de telemarketing.
Nacionalidade: Campos de Juno, criado na fábrica oculta no Instituto Kiel Hyre.
Rosto: Triângulo Invertido, fronte larga e uma linha do maxilar e queixo estreitas.
Mão dominante: Canhoto.
Traços característicos: Não é bem um traço, mas caso a pessoa observe com atenção os seus olhos, notará que Coonell jamais pisca.
Profissão: Sabe de tudo, um pouco. Mas nenhuma das profissões que conheceu se especializou totalmente. Talvez a vontade de aprender todas de uma só vez tenha afetado a sua memória programada. Mercador, comerciante, banqueiro, navegante, cartógrafo e até astrônomo... São carreiras por onde Coonell deixou seu rastro.
Hobby: Pescar e vestir-se de bardo para cantar e tocar violão nos festejos navais e nas feiras do cais.
Possessões valiosas: Um broxe de ouro com uma rosa entalhada. É o símbolo do seu passado.
Bichos de estimação: Conquistou a confiança de um Andarilho cabeça quente quando estes duelaram um contra o outro. Coonell poupou-lhe a vida.
Perícias: Manuseio com arcos.
Poliglota cultural.
Pacificador.
Domador de Monstros e Animais Selvagens.
Cor da pele: Morena como a dos índios da ilha tropical Brasilis.
Cabelos: Azuis.
Olhos: Amarelos e puxados.
Tipo físico: Não é gordo, nem magro e tampouco sarado. Apesar de pesar aquele monte de quilogramas, do seu pescoço para baixo, a sua geometria anatômica é totalmente reta. Com certeza quem o visse peladão ia ter uma surpresa e tanto.
Equipamentos/Vestimenta: Coonell, quando em terra, usa o seu velho uniforme de caçador. Mas gosta de vestir-se de marinheiro ou de bardo quando está em alto mar ou se divertindo. Todos são feitos de malha muito fina. Carrega um arco comum junto com vários aljaves de flechas elementais. Não costuma usar chapéus, esquenta os pergaminhos de memória da sua cabeça. Entretanto, mata peixes azuis e os põe no topo da mesma para seu falcão não dispersar.
Aparência: Sua cara sempre esconde um sorriso impróprio. Anda com seus movimentos meio duros, principalmente debaixo de chuva. Costuma fazer muita careta.
Cheiro: Peixe.
Comida favorita: Quase não come. Por não possuir papilas gustativas muito desenvolvidas, não gosta de fazê-lo.
Bebida favorita: Idem a comida favorita.
Tipo sanguíneo: Não tem sangue.
Clã: Corsários de Aegir.
Aliados relevantes: Ariel, sua irmã de coração, Cigano, o Andarilho e a sua tripulação.
Inimigos relevantes: Tributários de Alberta, cujo governo é exercido por um prefeito nomeado pela coroa. Sua função é representar o poder real na cidade, cabendo a ele alguns privilégios delegados pelo Estado, como autonomia de mercado e alterações estruturais benéficas para a cidade.
Parentes: Não tem parentes de sangue, obviamente. E não considera Kiehl o seu pai.
Atributos:*
Força: Seu poder de ataque corpo a corpo é muito precário. Contudo, carrega com facilidade quilos de pesados caixotes e mercadorias densas.
Destreza/Agilidade: Topos de linha. É muito habilidoso com as partes do meu corpo. Tem uma visão bastante apurada.
Vitalidade: Terrivelmente baixa. É muito vulnerável a danos tanto físicos quanto mágicos. Mas seu vigor é altíssimo, sendo que pode estar morrendo, se ainda lhe sobrar um motor para lutar, ele lutará.
Sabedoria: Acho tudo muito relativo. Você pode ser um expert em um assunto e não ser em outro. Às vezes uma percepção mais afiada vale mais do que a sua inteligência em lidar com o desconhecido. Não sei... Não me atrevo a dizer que é burro ou inteligente.
Manipulação: Alta para que conhece. Sabe convencer as pessoas, embora seus métodos sejam um tanto insanos.
Aparência: Baixa. Mas brinca muito sobre esse atributo.
Carisma: Um dos seus sonhos é adquirir reconhecimento, mesmo que por um pequeno grupo de companheiros. Enfim, são as famosas emoções que definem o ser humano. Fantásticas, todas elas. Boas ou más. Ainda está aprendendo a lhe dar com isso. Em um futuro próximo, Coonell torce para que encontre o seu verdadeiro lugar junto a eles.
* Os atributos foram descritos de acordo com o perfil histórico do personagem, o que não implica necessariamente que os mesmos sigam a linha dos pontos de atributos do char.
Peculiaridades:
Excêntrico, gosta de fazer as coisas do seu jeito, por mais que sejam insanas. Coonell é cabeça dura, não se deixa manipular pelas opiniões alheias e gosta de controlar as rédeas das situações.
Embora seja um robô completamente orgânico com memórias de pergaminhos mágicos estáveis, no que se diz respeito a sua fisiologia, Coonell têm lá as suas deficiências. Por exemplo, não sabe administrar muito os sentimentos. Não distingue muito bem o certo do errado nem o perigo da aventura mortífera.
Vantagens e desvantagens:
Vantagens:
Não sente dor.
Amigo dos seus amigos.
Visão náutica acentuada.
É um quase humano.
Desvantagens:
Louco.
Magnânimo até demais.
Não possui armas implantadas no corpo.
É um quase humano.
Personalidade:
A perspectiva do seu perfil geralmente vem das pessoas de fora. São os outros quem o moldam. O ambiente influencia muito e uma característica que ele podia ter em um lugar, tende a modificar se Coonell desloca para outro lugar completamente diferente do primeiro. Apenas para os marinheiros de primeira viagem junto a ele podem afirmar que Coonell tem um péssimo hábito de gritar e suas variações de humor são constantes e impossíveis de se prever.
Contudo, uma palavra o definiria mais do que qualquer texto longo descrevendo os seus defeitos e as suas qualidades. E é nessa palavra em que ele se apóia e inspira todos os dias.
Essa palavra é conhecida como Liberdade.
História:
Coonell, antes de descobrir o que era de verdade, apenas se lembrava de quando acordou em um quarto luxuoso em um dos dormitórios do Instituto Kiel Hyre. O diretor executivo da academia, Kiel, lhe disse que o resgatara de um incêndio em uma aldeia aos arredores da sua escola. A partir daí, não procurou saber sobre o seu passado e a suposta morte de seus pais. Mesmo porque, todos os estudantes da academia eram órfãos de família pobre, segundo constava nas suas fichas.
Coonell passou os quatro primeiros anos desde que sentira como se estivesse acordado pela primeira vez, feliz. Contudo, rumores entre os seus colegas aumentaram a respeito da sombra de um fantasma que rondava pela academia, tirando a vida dos estudantes. Incapaz de se conter, ainda mais depois do sumiço de vários colegas de seus dormitórios, Coonell saiu em uma noite para investigar sobre o tal fantasma.
Naquela noite, ele ouviu sorrateiramente o som de vozes contidas de fúria, vindas do escritório do diretor Kiel. Identificou as vozes do pai e do filho, Kiehl, o qual raramente deu as caras no Instituto. O que ouviu naquela sala o fez recuar contra as paredes, exasperado e saltar as grades imponentes da Academia Kiel Hyre, sem olhar para trás.
A sua chegada à Alberta, foi em um bonito dia ensolarado há alguns meses atrás. Encontrava-se um tanto desleixado. Havia caminhado muito mesmo até chegar à cidade portuária por mero acaso. O cheiro de maresia entrou nas suas narinas e o vento soprou nos seus ouvidos.
Caminhou arrastando, vencido pelo cansaço e pela tristeza. As ruas estavam movimentadas àquela hora da manhã. Pessoas iam e vinham de suas casas e das barraquinhas de mercadores capitalistas. Algumas paravam para olhar o homem maltrapilho que caminhava rumo às docas.
Esse homem, obviamente, era Coonell, ainda usando o que restara de seu belo uniforme da academia. Andou guiado por um cheiro diferente; de água salgada. O movimento nas docas, ou cais como muitos chamam, era alto. Marinheiros entravam e saiam de navios e barcos das mais variadas formas e tamanhos, carregando consigo caixotes imensos, gaiolas ou sacos. Era uma gritaria em todos os portos. Homens com pranchetas anotavam o balanceamento comercial, viajantes estrangeiros desembarcavam das embarcações com pesados malões de compras enquanto outros subiam pela prancha, prontos para regressarem aos seus lugares de origem.
Coonell ficou observando aquele movimento. Tudo era novidade para si. Um marujo saiu cortando caminho através das pessoas, correndo atrás de um peco peco ladrão cujo bico segurava um gordo peixe cinza.
Pela primeira vez em semanas, sorriu, ao ver aquela cena. E a estranha sensação de conforto intensificou quando uma leve brisa gelada invadiu o cais, levantando o meu cabelo sujo e comprido. Foi tão bom sentir aquilo que Coonell abriu seus braços, de frente para o mar aberto, como alguém carente que quer muito um abraço.
Mal notou a sua pisada falsa. Apenas reabriu os olhos quando a água invadiu os seus orifícios faciais. Sim, ele tinha dado passos para frente despercebidamente e se jogou literalmente no mar. Não sentiu frio. Não sentiu calor. Apenas viu a água pressionar contra o seu corpo que afundava cada vez mais.
De repente, um empuxo desconhecido o forçou a subir a tona para a superfície.
- Mexilhões, você está bem, filho?
Foram essas as palavras que desencadearam o início de uma amizade que deu início ao novo rumo que sua vida tomou.
Seu nome era Genovês Sayori Kaizocu, capitão de uma das embarcações mais antigas e velozes daqueles portos. O velho tinha uma filha, que vem a ser a irmãzinha citada alguns parágrafos acima. Seu nome é Ariel.
Por causa desses dois que Coonell considera esses últimos meses os melhores de sua vida.
Música tema: Numb – Linkin Park
NPCs* da Academia Kiel Hyre

Alguns NPCs são verdadeiros e eu os tirei da Quest Kiel Hyre.
Tais informações, como a história do instituto, as linhas de robôs e suas respectivas características, o passado de Kiel e de Kiehl, dentre outras, são totalmente verídicas. Para mais detalhes, recomendo fazerem a quest, é excelente.
Professores/mestres:
Srta. Lecollane: A mestra dos alunos. Ensina culinária e é a única moradora da academia que passa os relatórios diários dos estudantes para o fundador, Kiel.
Alissya: Outro protótipo de robô de Terceira Geração, como todos os alunos. É a secretária de Kiel, e foi construída por ele inspirada no seu amor do passado.
Kiehl: É o filho de Kiel. É um gênio dos negócios. Kiehl é o primeiro robô da segunda geração, o único permitido para existir, feito de pergaminhos de mágica condensada e instabilidade. Kiehl foi criado como um filho e aprendeu tudo sobre robótica. Desenvolveu os robôs da terceira geração para serem máquinas de matar.
Kiel: Fundador do instituto e diretor executivo. A fábrica escondida de Kiel é feita só de robôs. Geral é robô; de estudantes à secretária. O objetivo inicial dos mesmos é ajudar a raça humana com a sua superioridade. Ele desenvolveu a primeira geração de robôs. Tentando impedir sei filho, Kiehl que quer fazer coisas macabras com os robôs humanóides, Kiel os colocou na academia para aprenderem o comportamento humano. Isso atrasou os planos do vilão, que com auxílios da Rekember, começou a desenvolver novas linhas de robôs da quarta geração, tendo ele como o primeiro.
Alunos:
Aaci: A Robô de Terceira Geração mais recente do Instituto ou, segundo contam-lhe, a jovem encontrada desacordada nas proximidades de Al De Baran.
Elly: Neta de Kiel Hyre, embora não tenham laços de sangue verdadeiros, na sua ficha como humana consta que o seu avô teria cuidado dela quando seus pais foram mortos.
Gui Nesha e Laci: Dois protótipos idênticos. Memórias falsas sobre a sua suposta família desaparecida foram implantadas em seus cérebros artificiais.
Alicel e Aliot: Os gênios do Instituto. Quase não são vistos pelos outros e são os únicos alunos que tem acesso a lugares restritos.
Coonell: Segundo Robô de Terceira Geração mais recente. Em sua ficha consta que seus pais morreram em um incêndio e ele perdera a memória.
Thomp: Veterano no Instituto possui pergaminhos de memória defasados, impossibilitando a implantação de memórias alternativas a respeito de seu passado.
Hanie: Não é uma estudante da academia, tampouco orfã. Mora nos arredores de Juno e sempre sonhou entrar na academia luxuosa que só permite orfãos.
Fonte de dados:
Quest Kiel Hyre :http://www.necropolecomercial.com/site/index.php?option=com_content&task=view&id=292&Itemid=27
Guia do cenário ragnarok: http://sites.levelupgames.com.br/FORUM/RAGNAROK/forums/t/239181.aspx?PageIndex=1